- O presidente francês Emmanuel Macron e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni trocam críticas após a morte de Quentin Deranque, ativista de direita, durante protestos em Lyon.
- Sete suspeitos, incluindo um assessor de deputado da Frente de Esquerda (LFI), devem responder por homicídio; outras onze pessoas já haviam sido presas.
- Meloni disse, nas redes sociais, que o assassinato é uma ferida para toda a Europa, atribuída a grupos ligados a extremismo de esquerda.
- Macron reagiu, afirmando que nacionalistas costumam criticar o que ocorre em outros países; ele confirmou que o comentário era para Meloni.
- Em Lyon, o promotor Thierry Dran informou que Jacques-Elie Favrot, assessor do deputado Rafael Arnault (LFI), enfrenta acusação de cumplicidade por indução e segue em detenção preventiva; Arnault disse que Favrot interrompeu o trabalho parlamentar.
Macron e Meloni trocam críticas após a morte de ativista de direita na França. O caso envolve a morte de Quentin Deranque, 23 anos, ocorrida durante confrontos em Lyon no fim de semana. Sete pessoas, entre elas um assistente de deputado do LFI, serão acusadas de homicídio, segundo a procuradoria.
A vítima foi atacada por ativistas de esquerda durante protestos na região de Lyon. A procuradoria de Lyon informou que Jacques-Elie Favrot, assessor do deputado Raphael Arnault, responde por instigação e está em prisão preventiva. Os demais suspeitos negam as acusações.
Meloni afirmou nas redes sociais que o homicídio é uma ferida para toda a Europa. Macron, durante viagem à Índia, reagiu dizendo que nacionalistas costumam comentar o que ocorre fora de casa, sugerindo críticas à chefe do governo italiano. O governo italiano respondeu com surpresa, ressaltando que Meloni expressou pesar pelo ocorrido.
Contexto e desdobramentos
A morte intensifica a disputa entre forças políticas na França, com o Rassemblement National apresentando-se como vítima da violência extremista. A investigação permanece em andamento, com a defesa dos suspeitos contestando as acusações e alegando participação não no ato, mas no local.
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