- O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, apresentou três exigências para o fim da guerra: reconhecimento dos direitos legítimos do Irã, pagamento de reparações e firmes garantias internacionais contra futuras agressões.
- Pezeshkian afirmou ter conversado com líderes da Rússia e do Paquistão para reafirmar o compromisso do Irã com a paz.
- O conflito envolve EUA e Israel contra o Irã, com retaliações regionais e ataques a diversos países da região.
- O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, fez uma visita breve à Arábia Saudita nesta quinta-feira.
- Um novo líder supremo foi eleito no Irã, Mojtaba Khamenei, filho do antigo líder; Donald Trump criticou a escolha, chamando-a de grande erro.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, apresentou três exigências para encerrar o conflito com os EUA e Israel. Ele afirmou, em publicação no X, que o fim da guerra depende do reconhecimento dos direitos legítimos do Irã, do pagamento de reparações e de garantias internacionais firmes contra novas agressões.
Pezeshkian mencionou que conversou com líderes da Rússia e do Paquistão para reafirmar o compromisso do Irã com a paz. A declaração ocorreu enquanto conflitos na região continuaram a provocar danos econômicos e militares, segundo relatos da imprensa.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, viajou à Arábia Saudita em visita oficial nesta quinta-feira, conforme o gabinete paquistanês. O conflito envolve EUA, Israel e o Irã, com ataques e retaliações que se espalharam por várias nações da região e já causaram vítimas civis e militares.
Contexto regional
Autoridades iranianas atribuíram ataques a interesses dos EUA e de Israel em vários países do Golfo e do Oriente Médio, com resposta iraniana em alvos listados pela classe governante. Organizações aliadas, como o Hezbollah, também estiveram envolvidas em ações retaliatórias.
O conflito teve desdobramentos humanitários significativos, com deslocamentos e mortes registradas por observatórios de direitos humanos. A guerra ampliou a instabilidade na região, afetando civilians e infraestruturas.
O Irã passou a controlar a liderança após a morte de figuras proeminentes, elegendo Mojtaba Khamenei como novo líder supremo. Analistas apontam que a mudança é de continuidade institucional e não tende a mudanças estruturais profundas.
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