- A Fairshake, PAC voltado a criptomoedas, fechou 2025 com 193 milhões de dólares arrecadados, fortalecendo sua posição antes de votações sobre legislação de ativos digitais e das eleições de meio mandato de 2026.
- Doações importantes vieram da Ripple, Andreessen Horowitz (a16z) e Coinbase, impulsionando o crescimento do arrecadamento.
- O montante inclui arrecadação direta da Fairshake e de seus comitês afiliados, como Protect Progress (democrata) e Defend American Jobs (republicano).
- A rede sustenta uma estratégia de apoio a candidatos de ambos os lados, buscando ampliar apoio a políticas de ativos digitais em Washington.
- O cenário regulatório norte-americano permanece complexo, com novos PACs de criptomoedas aumentando a competição e atenções voltadas a um pacote maior de regras para o setor.
Fairshake encerrou 2025 com 193 milhões de dólares levantados, fortalecendo seu caixa para o debate sobre legislação de ativos digitais nos EUA e para as eleições de 2026. O PAC opera com uma rede de comitês afiliados, incluindo apoiados por democratas e republicanos, buscando apoio amplo para políticas de cripto em Washington.
Doadores-chave impulsionaram o crescimento. A Ripple contribuiu com 25 milhões de dólares e a a16z, braço de criptomoedas da Andreessen Horowitz, doou 24 milhões. Em 2025, a Coinbase havia doado 25 milhões, somando-se aos 141 milhões já acumulados pelo grupo no primeiro semestre. As doações ajudaram a manter o ritmo de arrecadação próximo ao total de todo o ciclo de 2024.
A trajetória de Fairshake ocorre em meio a um cenário de maior competição entre PACs ligados ao setor. Empresas e fundos de criptomoedas intensificaram o ritmo de doações, com novas entidades surgindo para apoiar candidaturas favoráveis ao setor. O conjunto de atividades ocorre conforme o Congresso discute uma proposta ampla de regulação de ativos digitais.
Avanço regulatório em compasso de espera
O pacote regulatório para o mercado de cripto enfrenta atrasos à medida que o foco se volta para as eleições de 2026. Analistas apontam risco político crescente que pode frear o andamento da legislação. O texto, que tramita entre comissões, pode ter o avanço adiado para 2027 e implementação mais tarde, conforme o cenário eleitoral.
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