- O ministro Guilherme Boulos criticou a reunião de Flávio Bolsonaro com Donald Trump na Casa Branca, dizendo que “ninguém respeita puxa-saco”.
- Ele afirmou que a aproximação da família Bolsonaro com os EUA não trouxe resultados favoráveis ao Brasil, citando episódios de tarifas e sanções.
- Boulos destacou que o governo Lula foi recebido por Trump “com as honras de chefe de Estado” e questionou se houve pedidos envolvendo milícias do Rio de Janeiro.
- O ministro afirmou que o tema crime organizado já está na pauta com os Estados Unidos, com foco na extradição de suspeitos de lavagem de dinheiro que estariam no país.
- Ao comentar o encontro, Boulos disse considerar lamentável ver um candidato à Presidência se humilhar diante de outro país, lembrando episódios anteriores envolvendo a família Bolsonaro.
Na Casa Branca, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se com o ex-presidente Donald Trump. A avaliação de Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, é de que a operação não gerou ganhos para o Brasil. Ele chamou a relação de relação de bajulação.
Boulos afirmou que a aproximação com os EUA não trouxe resultados positivos, citando tarifas e sanções como exemplos. Segundo ele, o governo Lula foi recebido por Trump com honras de chefe de Estado, o que contrastou com a percepção de favorecimento.
O ministro também mencionou a atuação da família Bolsonaro na política externa, sugerindo que houve tentativas de influência sobre questões econômicas. Ele destacou que o tema do crime organizado já está na pauta entre Brasil e EUA, com foco em extradição de suspeitos.
Reação de Boulos
Para o ministro, é lamentável ver um candidato à Presidência se colocar em posição subalterna diante de outro país. Ele afirmou que esse padrão já ocorreu em episódios anteriores envolvendo membros da família Bolsonaro, sem oferecer evidências novas no momento.
Boulos ressaltou que o combate ao crime organizado envolve autoridades brasileiras e estrangeiras, citando a atuação da Polícia Federal e operações como a Carbono Oculto para desarticular redes criminosas. Ele mencionou ainda a busca por cooperação para extradição de suspeitos.
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