- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo não pode aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana, durante reunião ministerial no Planalto.
- Lula disse que o Brasil não pode ser tratado como uma republiqueta insignificante, enfatizando a história do país.
- O petista afirmou que o Brasil nunca se negou a negociar tarifas com os EUA.
- Ele disse ter tomado conhecimento da proposta de novas tarifas a produtos brasileiros pela via do Twitter.
- Lula afirmou que a taxação seria baseada em inverdades e que, se alguém tivesse que aplicar tarifas, seria o Brasil contra os Estados Unidos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que o governo não pode aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana. A declaração foi feita durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, com foco em relações bilaterais e tarifas comerciais.
Lula disse que o Brasil não pode ser visto como uma republiqueta insignificante e ressaltou a importância da história do país. O presidente reforçou que o Brasil sempre esteve aberto a negociações com os EUA sobre tarifas, sem recusar diálogos ou propostas.
Segundo o petista, o governo tomou conhecimento de uma proposta de novas tarifas ao Brasil através das redes sociais. Ele afirmou que a taxação mencionada estaria embasada em informações incorretas e citou o déficit alegado pelos Estados Unidos como equivocado, defendendo que o Brasil é quem acumula déficit com o país.
Tarifas e negociação com EUA
A fala de Lula ocorreu em meio a cobranças brasileiras sobre o tratamento recebido pelos EUA e à insistência em manter canais de negociação abertos para tarifas comerciais entre os dois países. O conteúdo foi apresentado em tom de contestação às ações anunciadas ou discutidas no âmbito bilateral.
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