- EUA realizaram ataque militar em larga escala na Venezuela e capturaram Nicolás Maduro, segundo confirmação do governo norte‑americano.
- Reações internacionais: Lula classificou a ação como violação de soberania; Rússia e China condenaram a intervenção; ONU expressou profunda preocupação.
- Milei celebrou publicamente a intervenção; outros países latino‑americanos, como México, Chile, Colômbia e Uruguai, defenderam moderação, diálogo e rejeitaram ações unilaterais.
- Europa e aliados europeus adotaram cautela, pedindo desescalada, respeito ao direito internacional e uma transição pacífica na Venezuela.
- Contexto: tensões anteriores entre EUA e Venezuela envolviam acusações de tráfico de drogas e questionamentos sobre a legitimidade de Maduro.
O governo dos Estados Unidos confirmou, neste sábado, a realização de um ataque militar de grande escala na Venezuela que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. A operação foi anunciada pelo presidente Donald Trump e ocorre após anos de tensões, envolvendo acusações de tráfico de drogas e questionamentos sobre a legitimidade eleitoral.
A ofensiva, segundo autoridades norte-americanas, teve como objetivo neutralizar ameaças e redes criminosas associadas ao governo venezuelano. Não houve detalhamento público sobre o número de militares envolvidos nem sobre danos colaterais, mas a ação provocou reações rápidas no cenário diplomático internacional.
O Brasil classificou a ação como uma violação da soberania regional, destacando a necessidade de resposta da comunidade internacional. Em Washington, o governo dos EUA afirmou que a operação foi única e necessária para assegurar a segurança regional.
A Rússia condenou o que chamou de agressão armada e pediu cautela para evitar uma escalada. Moscou ressaltou a importância de retomar o diálogo com a ONU e de buscar soluções por meio de canais diplomáticos.
A China condenou o uso da força contra um país soberano e afirmou que o direito internacional deve ser respeitado. Pequim reiterou oposição ao que chamou de comportamento hegemônico dos EUA e pediu imediata observância à Carta da ONU.
O secretário-geral da ONU expressou profunda preocupação com o precedente criado pela ação, destacando a importância do respeito ao direito internacional e à soberania dos Estados.
O Irã condenou o ataque, classificando-o como violação à soberania venezuelana e pediu ao Conselho de Segurança que intervenha para interromper o que chamou de agressão ilegal.
Entre aliados de Washington, alguns mercados regionais adotaram tom diverso. Milei, da Argentina, celebrou a intervenção, enquanto outros líderes latino-americanos manifestaram preocupação com a ruptura da ordem pacífica regional. A Ucrânia reagiu condenando o deposto regime venezuelano.
Na região, México, Chile, Colômbia e Uruguai expressaram reservas quanto à unilateralidade da operação e pediram diálogo, respeito às normas internacionais e solução pacífica da crise. O México destacou violação ao Artigo 2 da Carta das Nações Unidas.
Lideranças europeias adotaram cautela. A UE pediu moderação e observância aos princípios do direito internacional. O Reino Unido ressalvou que não participou da ação sem esclarecimentos adicionais. Espanha ofereceu mediação para uma solução pacífica.
O presidente argentino, Milei, manteve posição de apoio à intervenção, enquanto o Chile, o Equador e o Uruguai defenderam a necessidade de evitar novas tensões. A Colômbia expressou preocupação com consequências humanitárias e com a segurança regional.
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