- Fronteira do Brasil com a Venezuela, em Roraima, está tranquila, monitorada e aberta, segundo o ministro da Defesa, José Múcio.
- O governo informou que o Brasil possui cerca de 10 mil militares na região amazônica, dos quais 2,3 mil em Roraima, e acompanha informações desencontradas.
- Reuniões de emergência no Itamaraty, com participação em videoconferência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e segunda reunião marcada para as 17h.
- O Ministério das Relações Exteriores disse que Lula condenou o ataque dos EUA contra a Venezuela e pediu resposta da ONU; não há relatos de brasileiros feridos e não há informações sobre o paradeiro de Maduro.
- A comunidade brasileira no entorno está tranquila e turistas estão saindo normalmente; a notícia é interpretada como uma intervenção dos EUA na região, com foco no petróleo e na geopolítica.
A fronteira do Brasil com a Venezuela, em Roraima, está tranquila, monitorada e considerada aberta pela Defesa. Não há registro de feridos entre brasileiros em decorrência dos bombardeios dos EUA contra a Venezuela.
O ministro da Defesa, José Múcio, informou que o contingente brasileiro na região permanece, com milícia e equipamentos em alerta. Ele afirmou que o governo acompanha publicamente os desdobramentos e aguarda o que será anunciado em breve.
A conversa ocorreu após uma reunião de emergência no Itamaraty, com participação de Lula por videoconferência. O governo reiterou que condena a ação norte-americana e que busca informações oficiais sobre o paradeiro de Maduro.
Reuniões em Brasília e posicionamento brasileiro
O MRE divulgou nota destacando o repúdio ao ataque dos EUA e a cobrança por resposta da ONU. Maria Laura da Rocha afirmou que não há confirmação sobre Maduro, mas não houve relatos de brasileiros feridos.
Ainda segundo a ministra interina, a comunidade brasileira na Venezuela está em situação estável e turistas conseguem retornar. O Brasil reforçou a necessidade de apuração internacional sobre a operação.
O governo brasileiro mantém vigilância constante na fronteira e destaca que há 10 mil militares na região amazônica, sendo 2,3 mil em Roraima. A atuação brasileira segue sob monitoramento atento do Itamaraty.
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