- Governo brasileiro avalia resposta à designação dos PCC e CV como terroristas pelos Estados Unidos sem ampliar crise e sem parecer defender facções.
- Planalto e Itamaraty discutem o formato da manifestação, com possibilidade de nota oficial ou fala do presidente, ainda em estudo.
- Pauta é reforçar cooperação internacional no combate ao crime organizado, mantendo soberania e atuando junto aos Estados Unidos.
- Há preocupação interna de não sinalizar apoio às facções nem vincular o governo a criminosos.
- A definição do tom da resposta ainda está em avaliação e pode ser divulgada até o fim da manhã ou começo da tarde.
O governo Lula analisa uma resposta à decisão dos Estados Unidos de designar PCC e CV como organizações terroristas. A ideia é defender a soberania brasileira sem agravamento diplomático com o governo de Donald Trump.
Segundo a desenvolvedora do UOL News, Mariana Sanches, Planalto e Itamaraty avaliam o formato da manifestação. A preocupação é evitar alimentar a narrativa de que o Brasil estaria favorecendo facções criminosas.
A tendência interna é enfatizar a cooperação internacional no combate ao crime organizado, sem adotar medidas unilaterais no país. A comunicação deve ser cautelosa para não criar vínculo com as facções.
Há ainda cautela sobre o tom a ser adotado, de modo a não sugerir defesa de criminosos. A avaliação é evitar que a medida seja usada politicamente para associar o governo a facções.
A decisão pode vir por meio de nota oficial ou de declaração do presidente, mas ainda está em estudo. Auxiliares analisam qual formato melhor transmite soberania sem hostilidade.
O UOL News esclarece que o objetivo é manter, ao mesmo tempo, cooperação com Washington e clareza sobre limites de atuação no território brasileiro. O tema segue em fluxos diplomáticos.
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