- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que “se dá muito bem” com Luiz Inácio Lula da Silva e que vai “adorar” recebê-lo na Casa Branca, em entrevista na sexta-feira (27).
- Lula afirmou que pretende viajar aos Estados Unidos no dia 16 de março, mas a confirmação depende da agenda de Trump.
- O petista planeja levar uma comitiva técnica aos EUA para discutir cooperação no combate ao crime organizado, incluindo representantes da Polícia Federal, da Receita Federal e dos ministérios da Justiça e da Fazenda.
- Lula disse que, se houver vontade de combater o crime organizado, o Brasil será parceiro de primeira hora, ressaltando pautas de interesse do país e de multilateralismo e democracia.
- O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que a relação entre Trump e Lula está no tom certo e que há boa vontade por parte do governo brasileiro.
Trump afirmou na Casa Branca nesta sexta-feira que se dá muito bem com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e que adoraria recebê-lo no Escritório Oval. A declaração foi feita durante entrevista com a repórter Patrícia Vasconcellos, do SBT News em Washington, sobre a possibilidade de um encontro oficial entre os dois líderes.
Lula havia dito, no começo da semana, que pretende viajar aos EUA no dia 16 de março, dependendo da agenda de Trump. O petista planeja levar uma comitiva técnica para discutir cooperação no enfrentamento ao crime organizado, incluindo representantes da Polícia Federal, da Receita Federal e dos ministérios da Justiça e da Fazenda.
Segundo Lula, há interesse em tratar de combate ao narcotráfico e ao tráfico de armas, além de pautas de multilateralismo e democracia. Ele informou que discutiria com Trump uma agenda de interesse do Brasil em conversas futuras.
Situação das tratativas para a visita
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, declarou em evento promovido pelo BTG Pactual, em São Paulo, que a relação entre Trump e Lula está no tom certo após um início turbulento. Bessent afirmou haver boa vontade do governo brasileiro para estreitar a cooperação com Washington.
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