- O governo dos Estados Unidos anunciou um compromisso de US$ 2 bilhões para a ajuda humanitária da ONU, sem detalhes sobre alocação ou novos aportes.
- As contribuições dos EUA à ONU caíram para cerca de US$ 3,38 bilhões em 2025, representando aproximadamente 14,8% do total global.
- Cortes de doadores ocidentais, incluindo a Alemanha, deram impacto à ONU, com prioridades em defesa e auxílio financeiro reduzido.
- Em dezembro, a ONU lançou um apelo de ajuda para 2026 no valor de US$ 23 bilhões, diante de necessidades recordes.
- O chefe de ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, disse que a resposta está sobrecarregada e precisa priorizar os mais necessitados.
Ações dos EUA: o governo americano comprometeu US$ 2 bilhões para a ajuda humanitária da ONU. O anúncio foi feito em 29 de dezembro, em Genebra, por um funcionário do Departamento de Estado dos EUA. Não houve detalhes sobre a alocação ou novos aportes.
O movimento ocorre em meio a cortes de doadores ocidentais, incluídos os EUA e a Alemanha, que reduziram seus gastos para a ajuda internacional. A ONU enfrenta uma crise de financiamento diante de demandas crescentes e recursos limitados.
Dados da ONU indicam que as contribuições dos EUA para a ajuda humanitária global caíram para aproximadamente US$ 3,38 bilhões em 2025, cerca de 14,8% do total. Em 2024, o aporte foi bem maior, e o pico ocorreu em 2022, com US$ 17,2 bilhões.
Contexto de financiamento
Em dezembro, a ONU lançou um apelo de US$ 23 bilhões para 2026, visando atender cerca de 87 milhões de pessoas em situação de risco. O montante reflete a continuidade de necessidade elevada em meio a cortes de doadores.
Compromisso americano
Tom Fletcher, chefe de ajuda humanitária da ONU, disse que a resposta é sobrecarregada e precisa priorizar os mais necessitados. A efetiva implementação do aporte ainda depende de decisões futuras e de disponibilidade de recursos.
A cobertura é baseada em informações da Reuters, com atualização de fim de ano sobre o financiamento da ajuda humanitária da ONU.
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