- Trump afirmou que os Estados Unidos vão governar a Venezuela até que haja uma transição segura e adequada.
- Ele disse que grandes empresas de petróleo dos EUA vão entrar no país, investir bilhões e consertar a infraestrutura do setor.
- Maduro e a esposa seriam levados para Nova York para enfrentar acusações por suposto tráfico de drogas e crimes envolvendo armas, segundo Trump.
- A intervenção ocorreu após uma operação que, na visão dele, retirou do poder o líder venezuelano e demonstrou a disposição de usar o poder militar dos EUA.
- Trump foi evasivo ao falar sobre apoiar a oposição liderada por María Corina Machado, dizendo que essa possibilidade ainda precisa ser analisada.
Durante uma coletiva em Mar-a-Lago, na Flórida, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão governar a Venezuela até que haja uma transição segura e ordenada. A declaração ocorreu após a recente operação que resultou na remoção de Nicolás Maduro do poder.
Trump disse que empresas petrolíferas norte-americanas devem entrar no país, investir bilhões e ajudar a recuperar a infraestrutura de petróleo, contribuindo para a geração de renda nacional.
O anúncio também informou que Maduro e a esposa estariam a caminho de Nova York para enfrentar acusações formais associadas a tráfico de drogas e crimes relacionados a armas e conspiração com os EUA. O governo norte-americano garantiu que nenhum cidadão americano foi morto na operação.
Trump afirmou que ainda não decidiu se apoiará ou não a oposição venezuelana. Questionado sobre a líder da oposição Maria Corina Machado, ele disse que a decisão precisa ser analisada, sem confirmar apoio imediato.
Contexto e desdobramentos
- A fala ocorre em meio a pressões econômicas e militares sobre o regime venezuelano e a tentativa de reorganizar o governo do país, com foco na transição.
- A posição dos EUA envolve possíveis acordos com o setor petrolífero e com atores políticos nacionais, sem anúncio definitivo de formato de governo.
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