- A relação entre Irã e Estados Unidos é marcada desde a Revolução Islâmica de 1979, quando estudantes iranianos tomaram a embaixada de Washington em Teerã, mantendo 52 diplomatas reféns por 444 dias.
- Em 1980, Washington rompeu relações diplomáticas e impôs embargo comercial.
- Nos anos seguintes, o Irã foi alvo de sanções e foi incluído no grupo de países descritos como “eixo do mal”; em 2019, a Guarda Revolucionária foi classificada como organização terrorista estrangeira pelos EUA.
- O acordo nuclear de Viena, assinado em 2015 entre o Irã e seis potências, buscou restringir o programa atômico em troca da suspensão de sanções; os EUA se retiraram do acordo em 2018 e o Irã passou a deixar de cumprir parte das obrigações nos anos seguintes.
- A escalada recente envolveu a morte do general Qassem Soleimani em 2020, retaliação com ataques iranianos a bases com tropas americanas, e, entre 2025 e 2026, bombardeios norte-americanos a instalações iranianas e operações de grande envergadura com Israel, acompanhados de esforços diplomáticos indiretos mediados por Omã.
O Irã e os Estados Unidos vivem relações tensas desde a Revolução Islâmica de 1979, marcada pela tomada de reféns na embaixada americana em Teerã. O conflito diplomático persiste ao longo de décadas, com sanções e contenção mútua.
Em 2018, os EUA se retiraram do acordo nuclear de 2015, retomando sanções contra o Irã. Teerã, por sua vez, passou a cumprir menos obrigações. A ONU restabeleceu sanções em 2025, após meses de negociações sem sucesso.
O assassinato do general Qassem Soleimani, em 2020, elevou as tensões regionais. Em 2025, ataques dos EUA atingiram instalações nucleares iranianas, em meio a uma guerra de Israel e Irã pela região.
Histórico de desfechos diplomáticos
Acordos de Viena, em 2015, visavam impedir o desenvolvimento de armas nucleares em troca de suspensão de sanções. O entendimento foi aberto a revisões ao longo dos anos subsequentes.
Episódios de retaliação
Em 2020, ataques iranianos ocorreram em resposta aos EUA. Em 2025, bombardeios americanos atingiram alvos no Irã, com relatos iniciais de dano não totalmente confirmados.
Panorama recente e operações
Em fevereiro de 2026, as conversas indiretas com Omã sinalizaram busca por acordo mais amplo, incluindo limites balísticos. Os EUA deslocaram forças para o Golfo e o Mediterrâneo, destacando a presença de grandes plataformas navais.
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