- A Cruz Vermelha brasileira lamenta a morte de três voluntários na República Democrática do Congo por infecção de Ebola.
- A Organização Mundial da Saúde informou que o Congo vive um surto de Ebola com risco muito alto de contágio; já são 82 casos confirmados e sete mortes, com cerca de 750 casos não confirmados e 177 mortes suspeitas.
- O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC Africa) apontou dez países africanos sob risco de surto: Sudão do Sul, Ruanda, Quênia, Zâmbia, República Centro-Africana, Tanzânia, Etiópia, Angola, Congo e Burundi.
- A entidade destacou o legado de coragem, humanidade e sacrifício dos voluntários e manifestou condolências aos familiares, amigos e à equipe congolesa.
- Nota atualizada às 10h16: as vítimas não eram brasileiras; eram profissionais de outras nacionalidades.
A Cruz Vermelha brasileira confirmou a morte de três voluntários na República Democrática do Congo, devido a uma infecção por Ebola. Os profissionais atuavam na linha de frente da resposta ao surto e perderam a vida ao lidar com o vírus. A organização expressou solidariedade aos familiares e à equipe congolesa.
Segundo a nota divulgada no sábado, as mortes foram registradas durante o enfrentamento ao Ebola no território congoleño. A entidade ressaltou a coragem e o sacrifício dos voluntários, cuja atuação havia sido dedicada ao combate à doença.
Surto de Ebola na RDC e panorama regional
A Organização Mundial da Saúde informou que o país enfrenta um surto de Ebola com risco alto de transmissão. Até o momento, há 82 casos confirmados e sete mortes, com estimativas não oficiais de casos e óbitos maiores. Ainda há cerca de 750 casos não confirmados e 177 mortes suspeitas.
O CDC Africa listou dez países sob risco de surto, entre eles Sudão do Sul, Ruanda, Quênia, Zâmbia, República Centro-Africana, Tanzânia, Etiópia, Angola, Congo e Burundi. Esses dados refletem a preocupação regional com a propagação do vírus.
Nota atualizada às 10h16. Informamos de maneira errada originalmente que os voluntários mortos seriam brasileiros; as vítimas eram profissionais de outras nacionalidades. As organizações reafirmam o compromisso com a transparência e a continuidade dos esforços de resposta.
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