- No Dia Nacional de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, o Ministério da Saúde reforça a importância do pré-natal e do pós-parto para mãe e bebê, com foco em áreas de difícil acesso.
- Nos territórios indígenas, a Sesai promove acesso ampliado ao pré-natal, qualificação da assistência e políticas públicas que valorizam saberes tradicionais, território e cultura.
- A Rede Alyne é a política nacional para reduzir morbimortalidade materna e infantil, assegurando atenção humanizada e integrada em todos os níveis de cuidado.
- Nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, há monitoramento de indicadores maternos e infantis e fortalecimento de equipes multiprofissionais ao longo do ciclo gravídico-puerperal.
- Entre 20 e 22 de maio, o Dsei Alto Rio Negro realizou a oficina Telessaúde na Linha de Cuidado Materna, em São Gabriel da Cachoeira, reunindo profissionais, lideranças e parceiros para debater telemedicina e parto seguro.
No Dia Nacional de Luta pela Redução da Mortalidade Materna, o Ministério da Saúde enfatiza a importância do cuidado pré-natal e do pós-parto para mãe e bebê. A data sirrepara diálogo sobre ampliar políticas públicas de cuidado integral às gestantes, especialmente em áreas de difícil acesso.
A Sesai promove ações em territórios indígenas, ampliando o acesso ao pré-natal, qualificando a assistência em regiões remotas e fortalecendo políticas que respeitam corpo, cultura, território e saberes dos povos. A meta é oferecer atendimento qualificado e humanizado, desde o início da gravidez até o pós-parto.
Putira Sacuena, secretária-adjunta da Sesai, afirma que reduzir a mortalidade materna entre indígenas requer cuidado que respeite territórios e saberes. O objetivo é garantir assistência qualificada e segura para todas as gestantes, inclusive nas áreas mais remotas.
Telessaúde e atuação remota
Entre as estratégias está a Rede Alyne, programa nacional para reduzir morbimortalidade materna e infantil, com foco na atenção humanizada em gestantes, parturientes e recém-nascidos. A iniciativa fortalece a integração entre os níveis de atenção.
Nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, o monitoramento de indicadores maternos é intensificado, com qualificação de equipes multiprofissionais e cuidado ao longo de todo o ciclo gravídico-puerperal, priorizando o parto seguro.
Outros avanços incluem prevenção, diagnóstico e tratamento de ISTs, educação em saúde sexual e reprodutiva e combates à violência doméstica. Também ocorre expansão de métodos contraceptivos para autonomia das mulheres.
O Projeto Cuidado Especializado Digital (CED), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, amplia o acesso a atenção especializada por teleconsultas em territórios remotos, fortalecendo a linha materna e infantil.
Entre 20 e 22 de maio, o Dsei Alto Rio Negro realizou em São Gabriel da Cachoeira a oficina Telessaúde na Linha de Cuidado Materna. Profissionais, lideranças e parceiros discutiram telemonitoramento e manejo de gestação de alto risco.
A programação abordou classificação de risco, prevenção da transmissão vertical e emergências obstétricas, além da participação de saberes tradicionais e de debates sobre parto humanizado e direitos das gestantes.
A oficina contou com apoio da Funai, Defensoria Pública do Amazonas, Coren-AM e Ufam, reforçando a atuação conjunta para a saúde materna indígena. A atuação destaca a importância da colaboração interinstitucional.
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