- O Ministério da Saúde disponibilizou o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS) em unidades básicas de saúde indígenas do DSEI Ceará, no Polo Base Maracanaú.
- A iniciativa faz parte de um projeto-piloto para fortalecer a saúde digital, qualificar o cuidado e ampliar a integração com as informações do SUS.
- O PEC e-SUS APS registra histórico de atendimentos, evolução clínica, exames e outros dados, promovendo continuidade da assistência e redução de retrabalho.
- Mais de cem profissionais já foram treinados para operar a ferramenta nas unidades piloto, com capacitações em andamento.
- A expansão prevê implantação gradual em quarenta e quatro distritos sanitários, chegando em breve ao DSEI Yanomami, após a fase atual no Ceará.
O Ministério da Saúde disponibilizou o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS) para unidades básicas de saúde indígenas do Polo Base Maracanaú, no DSEI Ceará. A ação marca uma etapa da iniciativa de saúde digital do governo.
A medida integra registros, histórico de atendimentos, evolução clínica e exames em um ambiente único. A quem atende, profissionais ganham continuidade da assistência e redução de retrabalho.
Segundo a Secretaria de Saúde Indígena, a informatização qualifica o cuidado na saúde indígena ao consolidar informações. O objetivo é melhorar a organização da Atenção Primária nos territórios.
Ilano Barreto, secretário-adjunto, afirma que o PEC facilita a gestão do cuidado ao alinhar dados às bases nacionais do SUS. A ferramenta promete maior resolutividade ajustada à realidade comunitária.
A implantação no Ceará segue o piloto iniciado na Casai Brasília, em maio. O sistema já está disponível para as unidades incluídas nesta fase, com capacitações em andamento.
No DSEI Ceará, equipes do Polo base Maracanaú, UBSI Dona Joaquina Vieira e UBSI Pajé Barbosa receberam o treinamento inicial. A expansão depende de novas capacitações.
Sistema adaptado
O PEC e-SUS APS será integrado ao Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (Siasi). A união de ferramentas deve ampliar a confiabilidade e a consistência dos dados.
O prontuário recebe ajustes para a realidade dos povos originários, como inclusão do nome tradicional, referência ao DSEI e à aldeia, além de registrar períodos de ausência do território.
Capacitação e expansão
A expansão está condicionada a treinamentos coordenados pela Sesai e pela SAPS. Mais de 100 profissionais já foram qualificados para atuar nas unidades-piloto.
A previsão é implantar o PEC e-SUS APS gradualmente em 34 Distritos Sanitários, respeitando infraestrutura, conectividade e diálogo com os povos. A próxima etapa envolve o DSEI Yanomami.
Fonte: Ministério da Saúde.
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