Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Anker admite questões sobre câmeras Eufy

Anker admite falha: câmeras Eufy não eram sempre criptografadas; promete ponta a ponta via WebRTC e auditorias independentes para reconquistar confiança

An Anker Eufy Floodlight camera.
0:00
Carregando...
0:00
  • A Anker afirmou que as câmeras Eufy não eram sempre criptografadas de ponta a ponta, e que streams no portal web podiam ficar desprotegidos.
  • A empresa diz que, hoje, todos os streams ao usar o portal web são criptografados e planeja usar WebRTC em todos os dispositivos.
  • Anker/ Eufy promete auditorias de segurança externas, um programa de recompensas por vulnerabilidades e um microsite para explicar processos de privacidade.
  • A empresa afirma que a criptografia de ponta a ponta já é usada em streams ao vivo e gravados, com chaves dinâmicas, e que o acesso aos dados é feito localmente ou via aplicativo.
  • A companhia sustenta não ter acesso a vídeos ao vivo, imagens de usuários ou dados biométricos armazenados na nuvem, mantendo a maior parte dos dados no dispositivo.

Anker/Eufy admite falhas de criptografia em câmeras de segurança e anuncia medidas para corrigir o erro. A empresa afirmou que as câmeras Eufy não eram, em essência, end-to-end criptografadas desde o design original, o que permitia streams não cifradas no portal web. A correção está em curso.

Segundo a companhia, hoje todas as solicitações de vídeo pela portal web passam por criptografia de ponta a ponta, similar ao que ocorre no aplicativo. A empresa também está atualizando todos os modelos para usar WebRTC, com implantação prevista para todos os dispositivos via atualização de firmware.

A empresa prometeu auditorias independentes, com contratação de consultorias em segurança, testes de penetração e a publicação de um relatório por um perito de renome. Além disso, será criado um programa de recompensa para pesquisadores de segurança e um microsite explicando processos de segurança.

Avanços e mudanças operacionais

A Anker afirmou que não houve vazamento de dados e que não há acesso aos streams ao vivo nem às gravações pelos servidores da empresa. A atualização do portal web encerra a prática de uso de modo de depuração e dificulta o compartilhamento de links de streams por meio de players externos.

A empresa confirmou que a criptografia de ponta a ponta está presente tanto em transmissões ao vivo quanto em gravações, quando acessadas no aplicativo ou no portal. Também informou que a maioria dos usuários utiliza o aplicativo para visualizar vídeo.

Perguntas pendentes e próxima etapa

A Anker indicou que está em negociação com várias consultorias e aguardará a confirmação de nomes específicos. A implementação completa do WebRTC para todos os dispositivos já está em andamento, com atualização prevista para os próximos meses.

Ainda sem data definitiva, a empresa disse que lançará um microsite em fevereiro para esclarecer quais processos ocorrem localmente e quais dependem da nuvem. A expectativa é aumentar a transparência sobre segurança e privacidade.

Contexto de privacidade e dados

A companhia detalhou que câmeras localmente criptografam vídeos e imagens de usuários, com processamento feito no dispositivo. Não há acesso remoto a dados biométricos ou a conteúdos gravados sem autorização do usuário, segundo a empresa.

Também foi ressaltado que determinadas operações, como configuração de contas e notificações, utilizam a nuvem, mas sem comprometer a privacidade dos conteúdos. A Anker afirmou ainda que buscará condições de atendimento que respeitem direitos dos clientes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais