- Polícia de New South Wales vai reforçar a segurança no Sydney Cricket Ground para o quinto teste das Ashes, que começa no domingo.
- A medida vem semanas após atiradores matarem 15 pessoas em um evento judaico em Bondi Beach, durante Hanucá, em de dezembro.
- A presença será de alta visibilidade, com unidade de choque, cavalaria e policiais com rifles.
- A expectativa é de lotação total no primeiro dia do confronto entre Inglaterra e Austrália, buscando manter o público seguro.
- O comissário de polícia de New South Wales, Mal Lanyon, destacou que a diferença está na visibilidade de armas longas e na maior presença policial.
O governo de New South Wales anunciou reforço de segurança no Sydney Cricket Ground para o quinto teste de Ashes, que começa neste domingo. A medida ocorre semanas após um ataque em Bondi Beach, que deixou 15 mortos em um evento judaico no Hanukkah.
A presença policial será de alta visibilidade, com unidades de choque, cavalaria e policiais portando rifles. A intenção é aumentar a sensação de segurança entre o público estimado para lotação total do estádio, onde ocorre a disputa entre Inglaterra e Austrália.
O comissário de polícia afirmou que a diferença será na visibilidade de armamento longo e na atuação mais firmemente visível. O objetivo é manter a confiança do público durante o evento esportivo.
Segundo autoridades, a arena fica a cerca de 5 km de Bondi Beach, um ponto-chave de reforço de policiamento após o ataque. A polícia destacou que a medida não busca alarmar, e sim tranquilizar frequentadores.
No decorrer dos últimos dias, cerca de 3.000 policiais, com parte equipados com armamento longo, foram acionados na cidade para as celebrações de Ano Novo, que atraem mais de um milhão de pessoas.
O ataque em Bondi é investigado como massacre considerado o pior da Austrália em quase três décadas, elevando preocupações sobre antisemitismo no país. Autoridades seguem apurando motivações e autoria comedimento institucional.
Fonte: informações oficiais de NSW Police, reportagens locais e agência Reuters.
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