- Anthropic afirma que não permitirá que seu modelo Claude seja usado para vigilância doméstica em massa ou para controle totalmente autônomo de armas pelo governo dos Estados Unidos.
- A empresa afirma que Claude já é utilizado pelo Departamento de Guerra em aplicações como análise de inteligência, modelagem, simulação, planejamento operacional e operações cibernéticas.
- O CEO Dario Amodei disse que a Anthropic rejeita contratos de dezenas de milhões de dólares com a China por receio de uso militar, e que não impõe objeções a operações militares específicas.
- O governo tem pressionado para remover salvaguardas da IA, sob a ameaça de retirar Claude de operações militares e de acionar a Lei de Produção de Defesa para forçar a remoção das salvaguardas.
- Em apoio à posição da Anthropic, funcionários de Google e OpenAI assinaram uma carta em defesa da empresa contra as tentativas de uso da IA para vigilância doméstica e homicídio autônomo sem supervisão humana.
Anthropic afirma não atender à exigência do governo dos EUA para permitir uso autônomo da IA Claude em tarefas de vigilância em massa e em armas sem intervenção humana, conforme reportado por Reuters. A decisão ocorre em meio a pressões do Departamento de Guerra para ampliar o uso militar da tecnologia.
Segundo a empresa, Claude já é amplamente utilizado pelo Departamento de Guerra e por agências de segurança nacional em análises de inteligência, simulações e planejamento operacional, entre outras aplicações. A companhia diz não impedir usos militares, mas manter salvaguardas contra espionagem de cidadãos americanos e contra controle total de armamentos pela IA.
O presidente-executivo Dario Amodei afirmou que Anthropic recusará demandas para remover salvaguardas ou permitir operações sem supervisão humana. A administração japonesa? Não. A defesa dos EUA tem dito que poderiaclassificar a empresa como risco da cadeia de suprimento para forçar mudanças, inclusive sob a Lei de Produção de Defesa, caso não ceda.
A reportagem de Reuters aponta que a pressão envolve o Pentágono e o Departamento de Guerra, que desejam flexibilizar limites de uso da IA. Em resposta, funcionários de Google e OpenAI, rivais da Anthropic, subscreveram uma carta apoiando a posição da empresa, defendendo salvaguardas e supervisão humana.
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