- Gregory Bovino, responsável pela operação de imigração em Minneapolis, anunciará aposentadoria ao fim de março, em entrevista ao Breitbart.
- Ele foi destituído do cargo de comando em janeiro e substituído por Tom Homan, após as mortes de Alex Pretti e Renee Good em incidentes investigados.
- Bovino ingressou na Patrulha de Fronteira em mil novecentos noventa e seis e atuou principalmente no setor de El Centro, na Califórnia.
- A operação Metro Surge, liderada por ele, envolveu prisões de imigrantes em várias cidades; há investigação sobre dois homicídios relacionados aos casos.
- Em março, a imprensa informou que Bovino estava sob investigação por comentários considerados discriminatórios sobre a fé judaica do procurador federal de Minnesota.
Gregory Bovino, responsável pela operação de imigração em Minnesota, anunciou a aposentadoria para o fim de março. Ele foi afastado de seu cargo de rosto público da operação no fim de janeiro.
A operação Metro Surge, liderada por Bovino, acabou confrontando críticas por ações deмарcação no interior dos EUA. Dois casos de mortes de cidadãos estadounidenses, Alex Pretti e Renee Good, em janeiro, tiveram como pano de fundo a intervenção das forças de fronteira.
Bovino ingressou na patrulha de fronteiras em 1996 e passou grande parte da carreira no setor de El Centro, na Califórnia. A gestão Trump o retirou do cargo de comandante geral e o substituiu por Tom Homan após as mortes em Minneapolis.
O encaminhamento para a Califórnia ocorreu após as mortes emissoras de janeiro, ainda sob investigação. Em comunicado à época, autoridades disseram que Bovino continuava integrado à equipe do presidente, ainda que afastado do posto de liderança.
Antes de liderar a operação em Minnesota, Bovino coordenou prisões de imigrantes em Los Angeles, com deslocamentos a Chicago, Charlotte e Nova Orleans. Em cada cidade, houve protestos locais contra a atuação dos agentes.
Recentemente, a imprensa informou que Bovino é alvo de investigação por comentários sobre a fé judaica da procuradora federal de Minnesota. A apuração envolve declarações feitas em março, segundo veículos de imprensa.
Bovino tem formação em conservação de recursos naturais e já atuou em missões internacionais em África, Egito e Honduras. Ele afirmou, em entrevista, que foi uma honra trabalhar ao lado dos agentes em condições consideradas desafiadoras.
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