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Alcolumbre espera encontro com Lula e aguarda mensagem sobre Messias

Alcolumbre diz que aguarda encontro com Lula e a mensagem de Messias para o STF, mantendo relação entre Senado e Planalto tensa

Em busca de apoio político no Congresso e no Amapá, Lula faz acenos a presidente do Senado, Davi Alcolumbre e defende pesquisas sobre petróleo no Estado — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que espera ser chamado por Lula para uma conversa, buscando manter a pacificação entre os poderes.
  • A relação entre Alcolumbre e o governo ficou tensa após Lula indicar Jorge Messias, advogado-geral da União, para o Supremo Tribunal Federal.
  • Alcolumbre já defendia a indicação do senador Rodrigo Pacheco para ocupar a vaga no STF.
  • O Palácio do Planalto acabou segurando o envio da mensagem de confirmação da indicação após a campanha de Alcolumbre contra Messias na sabatina.
  • Alcolumbre afirmou que a sabatina de Messias ocorreria em duas semanas, para que o novo indicado tivesse tempo de visitar os senadores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta quarta-feira, 4 de março, que espera ser chamado por Lula para uma conversa, após o governo indicar Jorge Messias ao STF. A indicação gerou tensão entre o Palácio do Planalto e o parlamentar.

A relação entre Alcolumbre e o governo ficou estremecida com a nomeação de Messias para a vaga no Supremo, cargo anteriormente relacionado ao apoio a Rodrigo Pacheco para a presidência do Senado. A mudança de escolha é vista como decisive para o alinhamento institucional.

Alcolumbre disse que é legítimo que o presidente procure conversar, desde que haja respeito entre os Poderes. Ele reforçou o pedido por uma relação de pacificação, em defesa da democracia.

Contexto político

Sobre a sabatina de Messias, o presidente do Senado afirmou que ainda não chegou a mensagem do Palácio do Planalto. O atraso ocorre em meio a debates sobre a forma de tramitação da indicação.

O Planalto decidiu segurar o envio da mensagem após Alcolumbre liderar campanha de rejeição à nomeação na sabatina, o que suscitou críticas de apoiadores do governo. Essa posição influenciou o timing do processo.

Processo de sabatina

Antes da mudança, Alcolumbre planejava indicar o senador Rodrigo Pacheco para ocupar a vaga, com a sabatina prevista em duas semanas para facilitar visitas do novo indicado aos senadores. A estratégia visava acelerar a avaliação.

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