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Prisões de suspeitos de planejar ataques a bomba em SP e RJ

Quinze suspeitos do grupo Geração Z são presos em São Paulo e no Rio por planos de ataques com explosivos na Avenida Paulista e em frente à Alerj; podem receber até trinta anos de prisão

Créditos: Polícia Civil de São Paulo / Divulgação
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  • Polícias civis de São Paulo e do Rio de Janeiro prenderam quinze suspeitos, que podem responder por terrorismo, cuja pena pode chegar a trinta anos.
  • Doze suspeitos foram detidos em São Paulo e três no Rio de Janeiro; o grupo seria a suposta organização Geração Z e haveria planos para ataques fora das capitais, incluindo Brasília.
  • No Rio, o alvo seria a área em frente à Assembleia Legislativa; as prisões ocorreram na tarde desta segunda-feira, durante operação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática.
  • Em São Paulo, o alvo seria a Avenida Paulista; a ação preventiva resultou do monitoramento das redes sociais pelo Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil, com apreensão de simulacros de arma, mas sem materiais explosivos localizados.
  • Os investigadores afirmam que o grupo promovia discursos de radicalização, orientava ações violentas contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos e autoridades, além de haver instruções para artefatos incendiários improvisados, como coquetel molotov.

15 suspeitos foram presos em São Paulo e no Rio de Janeiro por planejar ataques a bomba nas duas capitais. A operação ocorreu nesta segunda-feira, 2, e envolve um grupo identificado como Geração Z, com menção a planos também para Brasília. As prisões são parte de investigação sobre terrorismo.

No Rio de Janeiro, três pessoas foram detidas em uma ação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática. O alvo foi a região em frente à Assembleia Legislativa, no centro, com pretensão de ocorrer na tarde de hoje. A DRCI monitorou mensagens e perfis suspeitos nas redes sociais.

Em São Paulo, foram 12 prisões. O planejamento apontava para explosões na Avenida Paulista. O monitoramento do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil levou às prisões. O grupo alegava agir como forma de manifestação sem pauta definida.

Detalhes das prisões

Policiais recolheram simulacros de arma de fogo, mas não localizaram explosivos. Os investigadores avaliam que os integrantes promoviam radicalização e incentivavam ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos e autoridades.

Os suspeitos podem responder pelo crime de terrorismo, cuja pena no Brasil pode chegar a 30 anos de prisão. Áudios apreendidos indicam a intenção de realizar ataques como uma missão para chamar atenção, sem descrição de participação de terceiros.

Além disso, fontes da investigação apontam que havia orientações e materiais para a confecção de artefatos incendiários improvisados, incluindo dispositivos com bolas de gude e pregos. A apuração continua para confirmar autoria e alcance das ações.

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