- NSW vai estabelecer idade mínima para andar em e-bikes, com faixa recomendada entre doze e dezesseis anos, como parte de medidas de segurança.
- Uma revisão especializada vai avaliar ainda se crianças e adolescentes podem transportar passageiros, com consultas a especialistas em desenvolvimento infantil e segurança no trânsito.
- As conclusões serão apresentadas aos ministros de transporte e de estradas até junho, e o governo definirá a idade mínima e regras de passageiros.
- A atualização busca responder ao crescimento de e-bikes, estimando-se cerca de setecentos e cinquenta mil unidades na região, além de aumentar a fiscalização para reduzir riscos.
- A Nova Zelândia adotará normas de segurança europeias para e-bikes, limitando potência a duzentos e cinquenta watts, velocidade de assistência a vinte e cinco quilômetros por hora e desativação se o ciclista não pedalar a partir de seis quilômetros por hora, com período de transição de três anos até março de 2029.
O governo de New South Wales anunciou a adoção de uma idade mínima para andar de bicicleta elétrica e avisou sobre a possibilidade de passageiros em e-bikes. A medida envolve uma revisão especializada para definir o intervalo entre 12 e 16 anos e avaliar se crianças podem transportar outras pessoas. A decisão final ficará a cargo dos ministros de Transportes e de Rodovias.
A revisão, liderada pelo Transport NSW, consultará especialistas em desenvolvimento infantil e segurança viária, além de pais e jovens. Os resultados devem ser entregues aos ministros até junho, para que o governo defina os limites de idade e regras sobre passageiros.
A idade atual não tem restrições para crianças ou para quem transporte passageiros, desde que o modelo da e-bike permita. A Califórnia australiana já aplica regras mais rígidas, enquanto a Western Australia prevê multa de 50 dólares para menores de 16 anos flagrados pilotando.
Mudança de tema: padrões de segurança europeus
O governo também anunciou a adoção de padrões de segurança europeus para e-bikes, tratando-as como bicicletas comuns, sem permitir modificações que aumentem potência ou velocidade. O limite máximo de potência é de 250 watts, com corte de assistência a 25 km/h.
Haverá período de transição de três anos, e a partir de março de 2029 apenas modelos alinhados aos padrões europeus poderão ter circulação regular nas vias. O ministro de Transportes ressaltou o desafio de regular motos com potências superiores já no mercado.
A Polícia receberá novas prerrogativas para apreender bikes ilegais. O objetivo é reduzir comportamentos perigosos e aumentar a segurança no trânsito, sem retirar a utilidade das e-bikes como opção de deslocamento.
O setor de bicicletas locais comemora a adoção dos padrões europeus, destacando que as e-bikes podem favorecer mobilidade rápida e acessível. Entidades de defesa de ciclistas reforçam a necessidade de educação pública sobre uso seguro.
Entre na conversa da comunidade