- Um passageiro foi banido de voar pela Qantas após suposto morder uma comissária durante voo de longa distância de Melbourne, na Austrália, para Dallas, nos EUA.
- O voo QF21 saiu de Melbourne às 14h30 de sexta-feira e foi desviado para Papeete, em Tahiti, sete horas depois devido ao comportamento disruptivo.
- Ao chegar a Papeete, autoridades aguardaram a aeronave e o passageiro recebeu a proibição de voar pela Qantas, atingindo tanto a Qantas quanto a Jetstar em voos futuros.
- A aeronave foi reabastecida e continuou a viagem para Dallas cerca de 35 minutos após o desembarque, chegando no sábado pela manhã sem novos incidentes.
- A Qantas enfatizou que a segurança de clientes e tripulação é prioridade e que não tolera comportamentos disruptivos ou ameaçadores a bordo.
No voo QF21, uma viagem de longa duração entre a Austrália e os EUA, o passageiro envolvido foi impedido de retornar aos voos da Qantas após um suposto episódio de comportamento disruptivo que levou o avião a fazer escala em Tahiti. A operação ocorreu na sexta-feira, pouco após a decolagem de Melbourne às 14h30, com destino a Dallas.
O avião, que seguia para Dallas, precisou pousar temporariamente em Papeete, capital de Tahiti, cerca de sete horas após a partida. A equipe de cabine recebeu auxílio de outros passageiros durante o suposto incidente envolvendo o homem a bordo. A aeronave recebeu autorização para seguir viagem após o reabastecimento, chegando a Dallas na manhã de sábado sem novos incidentes.
A empresa afirmou que a segurança de clientes e tripulação é prioridade e que não tolera comportamentos disruptivos ou ameaçadores. Ao desembarcar em Tahiti, o passageiro recebeu um veto de embarque pela Qantas, abrangendo futuros voos tanto da Qantas quanto da Jetstar.
Medidas e consequências
O episódio ocorreu em meio a recentes ocorrências de desordem em voos australianos, que resultaram em prisões em alguns casos. Segundo informações da AFP, autoridades locais registraram que a direção da Qantas notificou que o voo retornou ao itinerário original somente após o incidente ter sido contornado.
Em voos com relatos de agressões ou tentativa de impedir a atuação da tripulação, as companhias costumam aplicar medidas disciplinares rigorosas. O caso de Tahiti permanece sob apuração das autoridades envolvidas, com a empresa assegurando que incidentes assim são tratados com sumo rigor para manter a segurança a bordo.
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