- O dólar futuro (WDOU25) subiu 0,10%, alcançando R$ 5,467,5 nesta segunda-feira.
- O aumento ocorre em um cenário de baixa liquidez e após a valorização de 2% do real na semana anterior.
- Investidores aguardam a divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, prevista para esta terça-feira.
- A resistência no dólar está entre R$ 5,471,5 e R$ 5,477,5, enquanto o suporte é em R$ 5,462 e R$ 5,445.
- A volatilidade no mercado de câmbio deve continuar devido a incertezas nas negociações comerciais entre Brasil e EUA.
O dólar futuro (WDOU25) registrou uma alta de 0,10%, alcançando R$ 5,467,5 nesta segunda-feira, em um cenário de baixa liquidez. O movimento ocorre após a valorização de 2% do real na semana anterior, refletindo a força da moeda americana no mercado internacional e a cautela em relação ao impasse nas negociações comerciais entre Brasil e EUA.
Os investidores estão atentos à divulgação da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, prevista para esta terça-feira, e às tensões nas relações comerciais entre Washington e Pequim, cuja trégua se aproxima do fim. Essa conjuntura promete manter a volatilidade no mercado de câmbio, impactando diretamente as operações com o dólar.
Análise Técnica
No gráfico de 15 minutos, o dólar futuro apresentou uma segunda sessão consecutiva de alta, embora tenha encerrado abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para que a tendência positiva se mantenha, é crucial romper a resistência em 5.471,5/5.477,5. Caso essa barreira seja superada, os próximos alvos podem ser 5.487,5/5.496,5 e, em uma perspectiva mais longa, 5.509/5.515.
Por outro lado, se o fluxo vendedor prevalecer, a atenção deve se voltar para o suporte em 5.462/5.445. A perda dessa zona pode acelerar o movimento de baixa, com possíveis alvos em 5.442/5.422 e, em extensão, 5.410/5.397. No gráfico diário, a formação de um spinning top indica uma disputa acirrada entre compradores e vendedores, próximo à mínima do ano.
Cenário de Curto Prazo
No gráfico de 60 minutos, o minidólar fechou em alta, mantendo-se entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, o que sugere um cenário de consolidação. Para que a alta ganhe força, é necessário romper a resistência em 5.487,5/5.509. Superando esse patamar, há espaço para buscar 5.531,5/5.573 e, eventualmente, 5.603 e 5.623,5.
Se o fluxo vendedor retornar com intensidade e romper o suporte em 5.462/5.445, a pressão baixista poderá se intensificar, mirando 5.410/5.383 e, em extensão, 5.367/5.351. Essa configuração técnica coloca o ativo em um ponto de inflexão, onde um aumento de volume em qualquer direção pode gerar movimentos mais expressivos.
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