- A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) está em andamento, reunindo escritores e convidados.
- Rosa Montero ficou impressionada com a maré alta na cidade, comparando-a a Veneza.
- Sandro Veronesi se interessou por um barco local chamado Sabiá e pretende navegar pelo litoral paratiense.
- Verenilde Pereira registrou momentos do evento e compartilhou suas experiências.
- Ana Maria Gonçalves apresentou um trecho inédito de sua nova obra sobre menopausa, gerando expectativa entre os presentes.
A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) está em pleno andamento, reunindo renomados escritores e convidados. Entre eles, a espanhola Rosa Montero e o italiano Sandro Veronesi, que têm se destacado nas atividades do evento.
Montero, que está explorando as ruas de Paraty desde quarta-feira, ficou impressionada com a maré alta que invadiu algumas vias da cidade. Ela comparou a situação à “acqua alta” de Veneza, descrevendo o cenário como mágico, com a cidade sendo tomada pelo mar.
Veronesi, por sua vez, demonstrou interesse em um barco local, que chamou sua atenção durante um passeio pelo cais. Apesar da barreira linguística, ele conseguiu o contato do proprietário do barco, que se chama Sabiá. O autor de “O Colibri” está ansioso para navegar pelo litoral paratiense.
Novas Obras e Interações
A escritora Verenilde Pereira, natural de Manaus, tem se mostrado bastante curiosa e registrou momentos do evento com entusiasmo. Em um coquetel de abertura, ela brincou sobre a necessidade de mostrar as fotos que tirou, afirmando que ninguém acreditaria em suas histórias ao retornar ao Amazonas.
A autora Astrid Roemer, de Suriname, também chamou a atenção com sua simpatia. Aos 78 anos, ela se destacou na Companhia das Letras, onde fez sua estreia no Brasil. Roemer foi vista tomando Campari, uma bebida que, segundo ela, é difícil de encontrar em seu país.
Por fim, Ana Maria Gonçalves apresentou um trecho inédito de sua nova obra, que aborda a menopausa, durante um evento na Casa Folha. A autora, que não publica desde “Um Defeito de Cor”, de 2006, falou sobre o “calorão” e o corpo como termostato, gerando expectativa entre os presentes.
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