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Dandara Suburbana revela a conexão entre dança e a expressão do corpo feminino

Dandara Suburbana destaca a ancestralidade como fonte de inspiração e memória em sua escrita durante a Flip 2025

Carolina Rocha, também conhecida como Dandara Suburbana, na Flip 2025 (Foto: Libário Nogueira/VEJA)
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  • A escritora Carolina Rocha, conhecida como Dandara Suburbana, participou da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) na casa Caixa de Histórias, em primeiro de agosto.
  • Durante o evento, Dandara falou sobre sua trajetória e a influência da ancestralidade em sua obra.
  • Ela destacou a importância do corpo como um arquivo de memória e sua conexão com as raízes africanas e a cultura negra no Brasil.
  • Dandara afirmou que a literatura envolve o corpo inteiro e que a verdadeira escrita surge da vivência e da ancestralidade.
  • A escritora também mencionou a relação entre corpo e prazer, ressaltando a importância da sexualidade e da expressão corporal em sua escrita.

A escritora Carolina Rocha, conhecida como Dandara Suburbana, participou da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) nesta sexta-feira, 1, na casa Caixa de Histórias. Durante o evento, Dandara compartilhou sua trajetória e a influência da ancestralidade em sua obra, destacando a importância do corpo como um arquivo de memória.

Dandara, que se identifica como uma mulher das encruzilhadas, refletiu sobre sua conexão com as raízes africanas e a cultura negra no Brasil. Ela mencionou que sua mãe fez promessas a Nossa Senhora da Conceição e a Oxum antes de seu nascimento, ressaltando a dualidade presente em sua vida. “A ancestralidade é viva no corpo e este corpo vai manifestar essa ancestralidade”, afirmou.

A escritora enfatizou que a literatura não se limita ao intelecto, mas envolve o corpo inteiro. “Ninguém foge do corpo”, disse Dandara, ressaltando que a escrita é uma expressão que envolve memórias e experiências corporais. Para ela, a sociedade frequentemente separa a intelectualidade do corpo, mas a verdadeira escrita emerge da vivência e da conexão com a ancestralidade.

Dandara também abordou a relação entre corpo e prazer, mencionando que a sexualidade e a expressão corporal são fundamentais para sua escrita. “Meu trabalho é remexer as memórias do corpo e esse quadril”, concluiu, destacando a importância de resgatar histórias que muitas vezes não estão nos arquivos oficiais.

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