- Milhares de professores da rede pública de San Francisco entraram em greve, a primeira em quase cinquenta anos.
- A paralisação ocorre após impasse nas negociações sobre salários, benefícios de saúde e recursos para estudantes com necessidades especiais; todas as 120 escolas da SFUSD continuam fechadas.
- Os docentes pedem aumento de noventa por cento em dois anos; o distrito oferta seis por cento em três anos, com bônus caso haja superávit até 2027-28.
- A SFUSD enfrenta déficit de cem milhões de dólares e está sob supervisão estadual; a proposta de saúde prevê escolher entre cobertura familiar com Kaiser ou uma ajuda anual de 24.000 dólares.
- As negociações devem recomeçar ao meio-dia de hoje, com conferência de imprensa da entidade sindical e ato previsto na prefeitura.
Thousands de docentes da rede pública de San Francisco iniciaram greve, a primeira em quase 50 anos. O movimento acontece após falhas nas negociações sobre salários, assistência médica e recursos para alunos com necessidades especiais. A SFUSD fechou 120 escolas e oferecerá estudo independente a parte dos 50 mil alunos.
A paralisação foi anunciada após conversas de fim de semana não resultarem em contrato. O prefeito Daniel Lurie e a congressista Nancy Pelosi pediram que as partes continuassem dialogando. A mobilização inclui conferência de imprensa e uma caminhada em frente à prefeitura.
Contexto e pedidos
Os docentes reivindicam reajuste salarial de 9% em dois anos, custeio total de plano de saúde familiar e preenchimento de vagas na educação especial. O distrito aponta déficit de 100 milhões de dólares e esteve sob supervisão estadual por crise financeira.
O SFUSD oferece aumento de 6% em três anos e bônus caso haja superávit em 2027-28. Um painel neutro recomendou 6% em dois anos, alinhando-se mais à posição da prefeitura. A questão de políticas de acolhimento a estudantes sem-teto também está em debate.
Desdobramentos
A direção do distrito argumenta ser inviável financiar o pedido de 9% neste momento. A proposta mantém opções de saúde: cobertura familiar por 75% via Kaiser ou uma ajuda anual de 24 mil dólares para planos de saúde. O impasse permanece, com negociações suspensas até o meio-dia.
Lurie afirmou, em rede social, que as partes seguem comprometidas com escolas que atendam aos alunos e apoiem os educadores. A mobilização continua com expectativa de nova rodada de negociações nesta segunda-feira.
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