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Alunos de escola no DF são punidos com flexões; policiais são afastados

PM afasta policiais após vídeo em escola cívico-militar do Itapoã mostrar alunos forçados a flexões e a ajoelharem por casaco fora do uniforme

Primeiro dia de aulas no CED 01 da Estrutural, uma das escolas públicas do DF onde foi implementado o modelo cívico-militar.
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  • Alunos da escola cívico-militar CED 1, no Itapoã, Distrito Federal, foram obrigados a fazer flexão de braços e a ficar de joelhos como punição na última quarta-feira (25).
  • Vídeo do episódio foi divulgado nas redes sociais; a escola e a Polícia Militar confirmaram o ocorrido.
  • O sindicato dos professores afirmou que a punição ocorreu por uso de agasalho de cor diferente do uniforme, caracterizando tratamento inadequado e desproporcional.
  • A Secretaria de Educação do Distrito Federal classifica o episódio como “equívoco” e garante que nenhum aluno será prejudicado por vestimenta inadequada, com apuração em andamento.
  • A Polícia Militar informou que afastou os policiais envolvidos e que o caso será investigado, assegurando que não compactua com práticas constrangedoras no ambiente escolar.

Um episódio ocorrido na escola cívico-militar CED 1, no Itapoã, no Distrito Federal, gerou controvérsia nesta semana. Alunos foram obrigados a fazer flexões de braços e a ficar de joelhos como punição, sob a supervisão de policiais da unidade. O ocorrida foi gravada e ganhou circulação nas redes sociais.

Segundo o sindicato dos professores do DF, a medida teve relação com o uso de agasalho fora da cor oficial do uniforme. A entidade classifica a ação como humilhante e contrária a uma abordagem pedagógica que respeite a dignidade dos estudantes. A diretoria do sindicato pediu apuração rápida e responsabilização dentro da lei.

A Secretaria de Educação do DF informou que houve um “equívoco” e que nenhum aluno será prejudicado por questões de vestimenta. Em nota, a pasta afirmou que o caso será apurado para esclarecer os fatos e definir medidas administrativas cabíveis. A PM disse ter afastado os policiais envolvidos e destacou não compactuar com práticas inadequadas.

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