- Um estudante de 13 anos morreu e ao menos oito pessoas ficaram feridas quando um aluno de 15 abriu fogo na escola Mariano Moreno, em San Cristóbal, Santa Fé, nesta segunda-feira, 30.
- O ataque ocorreu antes do hastear da bandeira; a arma foi descrita como aparentemente uma espingarda, e o agressor está detido, conforme o governo.
- Seis feridos receberam atendimento no hospital local com ferimentos superficiais e já estão fora de perigo; outros dois foram encaminhados ao Hospital Regional de Rafaela, um deles em estado grave, porém estável.
- As identidades do agressor e das vítimas não foram divulgadas; o episódio é considerado extraordinário em um país pouco acostumado a ataques em escolas.
- O ministro da Justiça e Segurança da província, Pablo Cococcioni, destacou que o agressor vinha de uma situação intrafamiliar complexa e não houve conflito dentro da escola.
Um ataque a tiros em uma escola na Argentina deixou um morto e pelo menos oito feridos nesta segunda-feira, 30. O episódio ocorreu na Escola Mariano Moreno, em San Cristóbal, cidade de 16 mil habitantes na província de Santa Fé. O autor seria um aluno de 15 anos; a vítima fatal tem 13 anos.
Segundo relatos, o aluno desceu do banheiro com uma arma e começou a atirar. Com o pânico, os estudantes fugiram da instituição, que tem cerca de 1.500 alunos. A cerimônia diária de hastear a bandeira foi interrompida pelas agressões.
O agressor foi detido pela polícia, conforme confirmação de uma fonte do Ministério da Segurança provincial. Não foram divulgados antecedentes da criança, e as autoridades indicaram que não havia conflito interno dentro da escola.
Estágio de atendimento aos feridos
Seis estudantes com ferimentos leves foram encaminhados ao hospital local e passam bem. Outros dois foram levados ao Hospital Regional de Rafaela para avaliação, um deles inicialmente em estado grave, mas está estável. As identidades não foram divulgadas.
Contexto e investigação
A arma utilizada parece ser uma espingarda, segundo a prefeitura de San Cristóbal. As aulas foram suspensas e os alunos liberados para casa. Casos semelhantes no país são raros; os mais lembrados ocorreram em 2000 e 2004, na província de Buenos Aires, com mortes.
Estado atual das informações
A administração local afirmou que a investigação segue em andamento para esclarecer motivações e circunstâncias do ataque. Autoridades destacaram que o episódio é extraordinário para o país e para o ambiente escolar.
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