- A CPI do Crime Organizado aprovou convites para autoridades ligadas ao STF, incluindo os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, com o comparecimento facultativo.
- Também receberam convites Viviane Barci (esposa de Moraes) e os irmãos de Toffoli, José Carlos Dias Toffoli Cônego e José Eugênio Dias Toffoli; além de Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central), Rui Costa (Casa Civil), Guido Mantega (ex‑ministro da Fazenda) e Paulo Humberto Barbosa (dono do Tayayá).
- A decisão ocorre em meio a debates sobre o Banco Master, com avaliação de possíveis relações entre contratos e investimentos ligados a pessoas do Judiciário.
- A CPI analisa ainda convocações, que tornariam o comparecimento obrigatório; citados no radar estão Daniel Vorcaro e Augusto Lima.
- Também há discussão sobre possível chamamento de Paulo Guedes, Roberto Campos Neto, além de representantes das Forças Armadas, governadores e pedidos de informações ou quebras de sigilo.
A CPI do Crime Organizado do Senado aprovou convites para autoridades ligadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) para prestar esclarecimentos. Entre os nomes está o ministro Alexandre de Moraes, com comparecimento facultativo, e o ministro Dias Toffoli, cuja participação também não é obrigatória. A reunião ocorreu no Senado.
Também integraram a lista Viviane Barci, advogada e esposa de Moraes, além dos irmãos de Toffoli, José Carlos Dias Toffoli Cônego e José Eugênio Dias Toffoli. A relação inclui ainda o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o ministro da Casa Civil, Rui Costa; o ex-ministro Guido Mantega; e Paulo Humberto Barbosa, dono do resort Tayayá.
A decisão acontece em meio aos desdobramentos do caso Banco Master, que passou a ocupar parte das discussões da CPI. Parlamentares avaliam relações entre contratos e investimentos ligados a pessoas próximas a integrantes do Judiciário, o que motivou novos pedidos de informação.
Convites aprovados
Entre os convidados já confirmados, a CPI aponta a possibilidade de convocações obrigatórias caso o requerimento seja aprovado. A lista inclui também o banqueiro Daniel Vorcaro e o ex-sócio Augusto Lima, que podem ser chamados conforme o andamento das investigações.
Outros nomes em análise
Além disso, o colegiado avalia ações em relação a ex-ministros e presidentes de instituições financeiras. A pauta também contempla pedidos de informações a outras autoridades, e a possibilidade de quebras de sigilo, conforme o andamento das apurações.
Perspectiva de desdobramentos
Senadores discutem ainda a inclusão de representantes das Forças Armadas, governadores e novas medidas de cooperação entre órgãos. A comissão segue monitorando contratos, investimentos e possíveis relações com membros do Judiciário.
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