- O presidente da Câmara, Hugo Motta, diz que continuará a defender a admissibilidade do projeto que rompe a escala 6×1, mesmo que o relator seja de um partido contrário ao texto.
- Motta afirma que vai liderar o debate na Casa, ouvindo todos os setores de forma equilibrada.
- A ideia é instalar uma comissão especial ainda em março e encaminhar o tema ao Senado antes de maio, mês do trabalhador.
- O tema é apresentado como parte de debates globais sobre produtividade, inteligência artificial e tecnologia, com tratamento responsável.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou ter compromisso com a admissibilidade do projeto que encerra a escala de trabalho de seis dias por semana com um dia de descanso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O posicionamento vale mesmo diante da atuação de um relator pertencente a um partido que se opõe ao texto.
Motta disse que vai conduzir o debate com equilíbrio, ouvindo todos os setores, mas mantendo a liderança do tema na Casa. Ele destacou a necessidade de aprofundar a discussão de forma responsável, sem precipitações.
O parlamentar traçou o cronograma: após a aprovação na CCJ, será formada uma comissão especial ainda em março e o tema deverá seguir para o Senado antes de maio, mês dedicado aos trabalhadores. Ele citou a importância do tema diante de avanços em IA e tecnologia.
Cronograma e perspectivas
A adesão ao cronograma depende da tramitação na CCJ e da formação da comissão especial, que pode acelerar a discussão. O envio ao Senado dependerá da ordem de prioridade e do andamento de outras propostas na pauta.
Entre na conversa da comunidade