- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou, na tarde de sábado, uma série de fotos com a camisa da seleção brasileira.
- As imagens foram produzidas pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, na Granja do Torto, em Brasília.
- A legenda das imagens diz “O Brasil é dos brasileiros” e acompanha o tom de soberania usado pelo governo.
- A publicação ocorreu em meio a acenos políticos a aliados do PT, incluindo debates sobre o uso das cores verde e amarelo na pré-campanha, e à tensão com a administração norte-americana.
- A divulgação acontece perto de uma comitiva que foi aos Estados Unidos pedir investigações sobre supostas conexões financeiras da família Bolsonaro no país, em meio a disputas eleitorais entre Lula e Flávio Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou na tarde de sábado (6) uma série de fotos vestindo a camisa da seleção brasileira. As imagens foram produzidas pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, na Granja do Torto, em Brasília (DF). A divulgação ocorreu nas redes oficiais de Lula.
Na legenda, o petista escreveu que “o Brasil é dos brasileiros”. A postagem reforça o discurso de soberania defendido por Lula frente a tensões com os Estados Unidos, associadas a decisões da Casa Branca sobre facções criminosas nacionais e a taxação de produtos brasileiros.
A postagem gerou comentários de apoiadores do PT, entre eles José Dirceu e o vereador Pedro Rousseff, sobrinho da ex-presidenta Dilma Rousseff, além do deputado André Janones (Avante). Janones integra a comitiva brasileira que esteve nos EUA para pedir investigações sobre supostas conexões financeiras da família Bolsonaro.
A atuação de Lula passou a buscar explorar as cores verde e amarelo como estratégia de apoio à pré-campanha pela reeleição, buscando reduzir a rejeição histórica ao partido. Em paralelo, o tema de soberania volta a ocupar espaço em discurso público nas vésperas da Copa.
Às vésperas da Copa nos Estados Unidos, o PT ainda acompanha o ataque político entre Lula e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). O governo norte-americano classificou facções criminosas como terroristas, o que gerou descontentamento entre apoiadores de Lula e parte da esquerda.
Em Washington, Trump e aliados tiveram aproximação inicial com Lula, mas a pressão de parlamentares pró-Bolsonaro ampliou a presença de críticas à sinalização de cooperação entre os dois lados. Lula criticou a postura dos EUA, enquanto Flávio Bolsonaro celebrou a classificação das facções como forma de combate ao crime organizado.
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